O Facebook anunciou a chegada de artigos instantâneos em sua plataforma, um novo formato que permite aos editores criar artigos que carregam dentro do app de smartphones do Facebook (em iPhones, por enquanto), em vez de enviar os usuários para uma página na Web. Sites como The New York Times, National Geographic, BuzzFeed, NBC, The Atlantic, The Guardian, BBC News e Spiegel já são parceiros.

A plataforma permite aos editores adicionar imagens de alta resolução e que podem ser ampliadas e inclinadas e vídeos auto play, como os que você vê atualmente, além de mapas interativos e legendas em áudio. A velocidade é outro benefício. O Facebook disse que, embora possa levar oito segundos para carregar uma página da Web a partir do aplicativo do Facebook, os artigos instantâneos demorarão menos tempo.

Nos meses que antecederam o anúncio, muitos editores criticaram a iniciativa do Facebook, dizendo que teriam que abrir mão do controle sobre seus conteúdos. Por seu lado, o Facebook está oferecendo aos editores 100% do rendimento do anúncio dos artigos instantâneos (um banner 300×250).

De acordo com a Re/code, o Facebook também oferecerá análise de informação, que pode ser integrada ao Google Analytics. Os dados sobre o desempenho serão alimentados pela ComScore, de modo que os editores não percam neste aspecto, pois seu tráfego Web cai devido a pessoas que consomem o conteúdo no app.

Os artigos instantâneos estabelecem um precedente que o Google pode ser tentado a seguir. Imagine clicar em um link em um resultado de pesquisa e o carregamento do resultado te levar a uma página dentro do Google?

O recurso ainda não está ativo no Brasil, e ainda está em fases de teste com os editores parceiros em outros países.

E você, o que acha dos artigos instantâneos do Facebook? Deixe sua opinião nos comentários.

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