Com acesso ilimitado através de nossos computadores, talvez seja difícil se dar conta de que aquilo que você faz virtualmente demanda estruturas colossais de tijolo e cimento mundo afora, com muito trabalho braçal.

Para lidar diariamente com 20 bilhões de páginas web, 3 bilhões de buscas, oferecer gratuitamente 425 milhões de contas de Gmail e armazenar milhões de vídeos noYoutube, o Google conta com uma infraestrutura multimilionária de edifícios e equipamentos espalhados pelos Estados Unidos, Bélgica, Finlândia e, em breve, Hong Kong e Cingapura.

Em um Street View especial, a empresa abriu as portas de seu data center em Lenoir, na Carolina do Norte, permitindo um passeio pelo enorme parque tecnológico que organiza e opera quase 50 mil servidores e cabos de fibra-óptica. Tudo com um controle milimétrico de eficiência e consumo de energia para manter as máquinas funcionando como engrenagens de um relógio suíço.

Estima-se que data centers consomem 1.5% da eletricidade do planeta, e por isso são tema de controvérsia, principalmente pela necessidade de controle de temperatura desses locais. Portanto, além de 600 milhões de dólares – que é o custo estimado de um data center Google – você também ajuda a gastar energia com ventiladores do tamanho de turbinas de avião só para poder assistir “Gangnam Style” sem levantar da cadeira.

 

 

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